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Poesias e textos eróticos de negra noite, milena medeiros ou recolhidos na interne ou de amigos

Texto erótico de negra noite: SINTA O QUE ABUNDA


Invada-me.

Deixa-me saber

de tuas funções.

Deixe-me aprovar

teu provar.

Quero-te todo

entregue a mim.

Sm medo, sem causa,

só o desejo

de se arder de amar.

Venha,

Pegue-me num abraço forte.

Faça-me mulher;

adorada, amada

e que tem muito a cuidar.

Veja-me

nua vestidamente

endeusada.

Meus seios

em veludo soutien

em sua maciez dobrada.

Segure-me pelas ancas,

mergulhe tuas mãos

em minha bunda.

Sinta o que abunda

o meu corpo

de desejos e frenesi.

Não te afastes de mim.

Ponha tua boca quente

em meu pescoço

e vá abaixando lentamente

até encontrar o mamilo

rosado de meu seio nú.

Deposites mil beijos ali.

Traga tua língua

e chupe-o com vagar

menosprezando a pressa.

Se deleitando em mim.

Sinta a textura e a forma

como te invadem a boca.

Um brinde seco

ao um doce beijo.

Segure-me na cintura.

Encontre teu corpo ali

bem próximo

ao meu púbis.

Veja que tem alturas

um monte macio e gostoso.

desnudo de pelos,

mas sedento de beijos.

Ponha tuas mãos com cuidado.

Perceba as entrãncias.

Corra os dedos nestas

e vagueie sem aonde dormir,

Note a viscosidade que já nasce.

O líquido que atualiza

O que provocas em mim.

Brinques de entrar.

Mas não me deixes na mão.

Só brinque

se suportar

entrar com ardor e paixão.

Procure por trás,

minhas formas volumosas.

A bola gostosa

das formas de minha bunda.

Aperte devagar,

percorrendo todo o território.

Sinta as entrâncias,

o aperto e a gostosura.

Abaixes minha calcinha

com a boca e os dentes.

Desça lentamente,

pelas coxas,

apalpando-me o ventre.

Ao chegar aos joelhos,

olhe para cima.

Veja os meus seios,

a forma de minha buceta,

as salièncias,

os extremos,

a volúpia,

a pele macia e quente.

Beije-me os joelhos

passando as mãos em meus tornozelos.

Assim fazendo,

penso que estás a começar tudo de novo.

Mais me atenta

e fico sem ar.

Quase a enlouquecer.

Meu olhar te devora.

Quero-te todo em mim.

Suba agora, deslizando essa língua

úmida e rígida desde as pernas

até as coxas.

Depois, em círculos vagarosos

e precisos

bisbilhote minha “xana”

Enfie e rasteje

toda ali sem frescura.

Chupe a fruta que não é manga,

mas doce como o  paraíso.

Sorva o meu queixume

sentindo toda a minha formosura.

Estenda os braços ao alto,

ponha as mãos em meus seios.

Enquanto chupa-me deliciosamente,

aperta-me com jeito,

estes seios

que desejam

serem pegos assim.

Já toda desconcentrada

não dou mais por mim.

Tu pega-me e compõe

uma música

sem acorde, tom,

ou pestana.

Faze-me um violão

onde tu tocas

de ouvido.

Eu gemo e grito.

Tu come-me

enquanto isso.

Amparando-me pelos quadris.

Desejos loucos e devassos

nos encobrem

de olhares curiosos

que queiram partilhar

de nosso gostoso momento.

(negra noite-15/12/10- 20:10)


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