Arquivo do mês: julho 2012

Frase de Negra Noite – ENTRELINHAS E POETA


ENTRELINHAS E POETA

 

O poeta faz letras escritas…

de entrelinhas pensadas.

(negra noite)

(frase editada de “letras ditas… entrelinhas pensadas”, escrita como comentário a um texto publicado pelo Escritor Profanum em seu arquivo de texto “Profanum” no site Recanto das Letras)

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Assisti e recomendo – Leona Lewis

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Tem tantas vezes, como hoje, que eu gostaria de entrar em um automóvel e sair por aí. Sem rumo, seguindo em frente, olhando somente a pista à minha frente… Enquanto no DVD do carro uma música a tocar, como essa…

Talvez, ao meu lado, um par, um companheiro, um amigo… talvez… mas isso sonho depois…

(milena Medeiros)

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28 de julho de 2012 · 9:26 PM

Poesia de Negra Noite – MAGIA MARÍTIMA


(para el brujo)

Quando o mar
em minhas costas bate
sinto o sabor do salgado
e a delicadeza de sua pele
de encontro a minha.

Seduzo-me
com tuas ondas,
nesse seu vai e vem,
onde provocam em mim
delícias. que não nego,
serem minha paixão.

(negra noite-28/07/2012- inspirada em uma imagem do álbum de El Brujo)

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Emoção no Ar


Gostaria que os sorrisos

fossem sempre

de pura felicidade

e nunca

só para posar em fotos…

 

(Milena Medeiros – 28/07/2012

 

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Gisele enviou-me esse texto: Aprendendo a conversar com “os alemão de Xoinfille”


Aprendendo a conversar com “os alemão de Xoinfille”

Ticionário do Alemon te Xoinvfile, Xaracuá, Pomerode, Plumenau, Prusque, e ATJACÊNCIAS

  • PANDA ? (s.f.) – É um crupo te amicos, que se xunta bara fazer múcica. Norrmalmente, tem bor nome pandinha.
  • PAR ? (s.m) – O mesmo que Potega, policho, armacem que serve pepidas e tira-costo, como toresmo, quecho, mortatela, ofo cozito, etc.
  • PARACO ? a(s.m.) – Habitaçon popre, humilte, sem áqua, sem luxa, sem borra nenhuma.
  • PARALHO ? (s.m.) – Xoco de cartas. Muito abreciato nos pares e caças te família.
  • PIRRA ? (s.f.) – No Brrasil tampém conhecita por lourra ou xelada. É um pepita veita a bartir do cevata, muito apreciata em pares e vestas.
  • PIÇAR ? a(v.) – Caminhar no grrama, caminhar no calçada; Ex.: Non piça no minha crama, vacapunto! 2) (g.) – Piçar no domate, icual a facer cagata.
  • PIZICLETA ? (s.f.) – Meio te transporte te tois rodas, com traçon humana. Tem bedais e coreia.
  • POI ? (s.m.) – Touro castrato, sem saca. Sem saca, non trépa. Non trepando, engorda. Gorrdo, é matado tom mareta.
  • POLZA ? (s.f.) – Pjeto que serfe bara caregar vários coisa. Tem vários dipos: polza te mulher, polza bara lixo, polza te subermercato e polza te açons financerras (que non sei que merrda é).
  • PUTIÁ ? (s..f.) – Lá no minha caza só o minha mulher é que costa de putiá. Eu e os minhas filhos non costamos de putiá porque é uma frutinho muito aceta, xeca a tar arrebio.
  • REBUCHO ? (s.m.) – Eveito ta maré, depos te bater no praia, os ontas foltam bara o mar.
  • TIARRÉIA ? (s.f.) – Tistúrbia dos tripas. Muito comum para quem come panana com gachasa e toresmo com chimaron, ou bepe pirra xelada com linqüiça quende. É tão ruim o tiarréia, que teixa o xente suato e amarrelo. O xente diz pros mais íntimos: tô mixando pela cu, rapaiz.
  • XAROBE – (s..m.) – Remétio xeralmente feito te erfas ou com mel e agrion. Muito inticato nos resvriados fortes, com muito tosse. 2) Intívituo chato, que costa te imbortunar, ou alco que não se coste. Ex.: A rátio ta Frida só toca músico xarobe!
  • XOTA ? (s.m.) – Técima letra to alfapeto.
  • XUNTO ? (adj.) – Acompanhato te alco ou alquém. Facer alcuma coisa com alquém. 2) – (v.) – Ato te xuntar alcuma coisa. Ex.: O Fritz xuntô a carta to paralho da chon.
  • ZIM ? (ex.) – O que diz pessoa que concorrda, aceida, deixa. Pessoa que sempre diz zim é conhecida bor concortino.

Autorr: Alemon te Xoinvfile

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Madalena -orkut


Madalena -oekut

Gentilmente ofertou essa imagem

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26 de julho de 2012 · 10:28 PM

UM COLEGA POR DEMAIS ESPECIAL (pedido de namoro)


tenis vermelho

tenis vermelho com calça jeans

Isso aconteceu também em Santos, já contei da outra história, do TERRAÇO…

Naquele tempo eu estudava na Avenida Conselheiro Nébias, em um cursinho pré vestibular… Uma classe com mais de 60 alunos e professores “shows”.

Eu, encabulada, entrava à classe, sentava-me nas primeiras cadeiras e ali assistia a tudo. Desde às aulas até os sorrisos e brincadeiras dos demais colegas do “fundão”, geralmente os mais audaciosos e menos estudiosos, como achava. Claro que isso nem sempre é verdadeiro. Muitos daqueles do “fundão” eram bem inteligentes e por isso nem precisavam tanto ficar à frente para melhor entender as aulas.

Bem, nunca notara o tal rapaz do qual irei comentar um sucedido agora.

Eu já estava na avenida da praia. Era tarde da noite, quase meia noite. Levava meus cadernos universitários nas mãos, junto ao peito, com os braços cruzados os segurando. Era assim que quase todas nós estudantes andávamos… Um desses cadernos tinha a foto de um rapaz loiro, de jeans e tenis vermelho de cano alto. Eu sempre olhava para aquela capa do caderno, que escolhi justamente por isso, Por ter aquele rapaz na capa.

Estava aguardando a chegada do ônibus que eu teria que usar para descer na altura do canal 1 ( todos devem conhecer o canal 1 em Santos. Lá tem diversos canais  em direção à praia, o que separa certas ruas e dá denominação aos quarteirões)

Vi, atravessar as duas mãos da avenida da praia um rapaz alto, loiro, com jeans e um tenis vermelho de cano alto…Nossa! pensei… “igual à capa de meu caderno??!!!”… e fiquei olhando aquele homem continuando seu trajeto em direção ao jardim da orla da praia, indo em direção contrária ao que eu seguiria. Meus olhos o seguiram até não o ver mais. Era impressionante isso. De repente pareceu-me que o rapaz da capa de um de meus cadernos teve vida e saiu andando por ali. Conferi esse caderno e mais admirava-me ainda.

Aquela imagem ficou em minha memória…

Na mesma semana, como sempre, eu sentava-me nas primeiras filheiras. Nessa classe eu gostava das tres primeiras cadeiras  perto da porta. Ficava mais fácil sair e descer as escadas antes que todos os demais colegas o fizessem. Isso facilitava também eu seguir um trecho a pé até a avenida da orla da praia e pegar um ônibus mais rapidamente e menos cheio.

Quando adentrei, logo vi que meu assento preferido havia sido tomado. Eram dois rapazes. Um moreno de cabelo encaracolado e um loiro- ele! Aquele loiro que eu vira no outro dia.

Mesmo sendo o tal loiro, eu fiquei indignada e logo exclamei: ” vocês se sentaram em meu lugar…”, como se houvesse de fato um lugar demarcado ali.

E logo esse de cabelo encaracolado me disse: “Não, nós guardamos o lugar para você!” e retirou um caderno que estava no assento da cadeira e eu sentei-me ali.

Esse mesmo rapaz puxou assunto comigo e eu respondia em monólogos. Sempre fui encabulada para amizades recém conhecidas assim…

Num dado momento percebi que aquele rapaz loiro dizia algo ao rapaz de cabelos encaracolados e este transferia a mim o que o outro lhe dissera. Eram perguntas simples. Coisas de quem quer conhecer um pouco o colega de classe. Eu as respondia prontamente.

Isso continuou e eu então disse: “por que ele diz a você em vez dele mesmo me perguntar?” – Nossa, como eu conseguira dizer isso?

Bem, logo veio a resposta, “ele disse que é tímido!”

Ficou nisso. Logo o professor entrou e iniciou-se a aula.

No intervalo desci. Eles desceram primeiro mas ficaram na escada. Eu tive que passar por eles para descer e lanchar.

No fim das aulas, descemos juntos, sem nada dizer. Eles me acompanharam pelo trecho a pé até a orla da praia. sempre esse de cabelos encaracolados proseando comigo e o loiro alto, forte e bonito só ouvindo, sorrindo, lindo!.

Aconteceu isso mais umas vezes, bem poucas pelo que me recordo.

Numa noite aquele rapaz loiro me acompanhou só, sem o outro. Não sei se foi combinado isso. Nem me passou pela cabeça isso, na época.

Fomos conversando pelo caminho e ele me contara de seus pais, de sua profissão: “agente federal”, embora com seus 21 anos, que parecia bem mais velho, devido ao seu corpo forte e ele ser alto. Mostrou-me o documento de agente federal, o qual nem dei importância… bem poderia ser comprado em qualquer feira, pensei.

Perguntou-me sobre a minha vida, se eu tinha namorado, idade, etc. E eu respondi francamente a todas.

Ao nos despedir ele disse que gostaria de namorar comigo… se eu aceitaria, mesmo eu sendo mais velha que ele. Eu tinha meus 23 anos e meio nessa época.

Fiquei surpresa. Achei maravilhoso tê-lo conhecido.

O destino sempre causa surpresas assim a mim!

Mas o meu medo sempre foi maior que tudo na minha vida emocional. Eu não me achava a altura dele. Ele tinha roupas mais caras, vivia rodeado de belas moças, que pareciam-me ser modelos. Elas sempre bem vestidas, cabelos lindos, sapatos maravilhosos e eu, pobre. Roupas feitas por mamãe, sapatos de lona na maioria das vezes, interiorana, sem nenhum conhecimento da vida fora a vida doméstica com qual eu convivera nesses longos anos de minha vida. Eram aqueles anos os primeiros que eu sozinha olhava um outro mundo…

Diante de minha hesitaçao, ele, nobremente e responsável, disse-me: “Não se preocupe com minha idade, meus pais não se importam que eu namore com meninas mais velhas. Eu gosto de ti. E após os feriados você me diz se aceita esse pedido.”…

Seria feriado de páscoa.

Pensei muito. Incertezas e medos vinham em minha mente. Emoções de ser cortejada misturada com receio de ser uma brincadeira de um jovem de Santos, uma pilhéria que estaria a fazer com uma interiorana inibida e pouco conhecedora da vida ativa de noitadas em Santos…

Diante desse redemoinho de emoções pedi apoio a minha irmã e ela disse que eu seguisse em frente. Que aceitasse o namoro com o tal loiro lindo e alto e forte e corajoso.

Bem, passou o feriado e começaram as aulas. Mudamos de classe. agora estávamos no andar térreo. Uma classe isolada, do outro lado da rua.

Eu o vi à porta da classe, passei por ele só lhe dirigindo um sorriso e uma boa noite. Sentei-me a frente com uma colega que eu já conhecia.

Isso aconteceu direto nos dias subsequentes…

Um dia eu o encontro sentado à porta, cabisbaixo. Eu passei por ele, inibida, sem nada dizer…

E ele fez isso muitas vezes… como a esperar por mim, por minha resolução… e eu nunca lhe dirigi mais a palavra… até comecei a faltar, chegar mais tarde, sair mais cedo, para desencontrar-me dele…

Isso fez com que os meses passassem rapidamente e cada um seguiu seu caminho.

Hoje percebo o quão mal eu fiz a ele e a mim… e confesso: isso dói ainda…

(milena medeiros-24/07/2012- recordações de um rapaz loiro e alto e lindo)

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UM ENCONTRO NADA ESPECIAL


SÃO VICENTE- TERRAÇOFoi há muito tempo…

Aconteceu de repente…

Eu queria conhecer o TERRAÇO lá em Santos.

Fica no alto do morro, bem na praia.

Olhando de longe eu sempre imaginava como deveria ser bom estar lá.

E, um dia, um amigo fez o convite para acompanhá-lo.

Aceitei feliz. Poderia finalmente conhecer o tal TERRAÇO…

Cismada, entretanto, para não ser uma ocasião por demais especial para aquele rapaz, levei minha irmã.

A lua era imensa, havia música. O ar quente vindo da praia. O rapaz todo sorridente… e eu encabulada. Notava os olhares dele… e isso não me deixava ficar relaxada…  Mais me constrangia… Não poderia nunca dar uma chance à ele, se isso viesse ser solicitado…

Tomamos uma bebida, que agora não me recordo qual era. Nem lembro se comemos ou não. Mas a lua enorme num céu negro cheio de estrelas brilhantes ficaram em minha memória.

Foi tão especial, mas também, meio esquisito conhecer aquele local paradisíaco assim, com um rapaz afoito em prestar atenção à uma dama que não o via com o mesmo afeto.

Como sempre… estou sempre amando um outro quando algum outro me ama….

(milena medeiros-23/07/2012-RECORDANDO UM PASSEIO AO TERRAÇO)

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MOONLIGTH SONATA e o piano na estação de metro

Essa música é especial.

A ouvi uns tempos atrás… Achei-a linda demais.

Meus conhecimentos de música clássica é muito pequena. Por isso,  foi um grande prazer ouví-la, sem saber que era de um grande compositor clássico.

Quando fui me encontrar pela primeira vez com a minha amiga virtual Lene (Carlenebrasil),  após o encontro, vinha eu pelo saguão da Estação de Metro em São Paulo, ainda antes, quando estava para encontrar a Lene, eu vi um piano no saguão dessa Estação e imaginei as pessoas tocando e outras tantas passando, parando um pouco, ouvindo o som que saía daquele piano e continuando sua atribulada vida… Passei por ele, fui em direção às catracas e busquei o encontro com essa amiga. Após, descendo na mesma estação, ainda  no saguão anterior pensava assim: ” Se eu soubesse tocar um piano tocaria a música MOONLIGTH SONATA” e, ao aproximar-me daquele saguão,  ao longe,  já ouvi a música – era essa mesma –  e um jovem a tocava, concentrado. Fiquei surpresa diante do destino.  Parei, ouvi, lágrimas desceram pelos cantos de meus olhos.

A emoção tomou conta de mim.

Ao término, envergonhada de tais lágrimas, desci às cegas a escadaria de acesso ao terminal de trem da cidade e uma prece fiz àquele jovem que deliciosamente propusera uma canção na tarde silenciosa de São Paulo. Mesmo sem um grande público ele modificara aquela estação.

Aqui, a recolhi, por busca no Youtube,  esse vídeo, que agora compartilho com os amigos leitores, para quem não a conhece ainda ouvi-la junto comigo.

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10 de julho de 2012 · 3:01 AM

UMA LÁGRIMA E UMA DOR


EU VI AS FOTOS COMPARTILHADAS

PESSOAS QUE JÁ ESTÃO LONGE DE MIM.

UMA SAUDADE DOÍDA BATEU EM MEU CORAÇÃO

LÁGRIMAS CAIRAM NA EMOÇÃO QUE AFLOROU

CHOVEU NA NOITE EM MINHA ALMA

VOCÊ SE FOI

COMO AQUELA NUVEM QUE PASSOU

MAS DEIXOU

UMA GOTA FRIA

QUE TEIMA EM CONGELAR

MINHA DOR.

(milena medeiros-09/07/2012-00:20h)

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