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Poesia de Negra Noite – MAR RIMA AMAR


MAR RIMA AMAR

Naveguei em ondas de tristezas
várias
elas me deixaram à deriva
me sufocaram
Desejo agora
navegar ondas de amar
saborear
Sentir um abraço gostoso
deixar-se tocar
(Negra Noite- 07/12/2012)
Publicada no Recanto das Letras
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Poesia de Negra Noite- ‘TÃO TARDE…” /música: WHEN I NEED YOU – tradução legendada



É tarde… tão noite… tão fria esta noite
A noite que não se tem vela acesa
e a penumbra nada mais é que o começo
de uma ponta do dia…
Há silêncio em toda parte
os cães nem ladram mais
não há lobos famintos a nos procurar
não há luar para nos aclarar.
Tão noite e tão vazio
assim como minha alma…
assim…
como minha alma…
(Negra NOite- 18/12/2012-02:29h)

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Poesia de Milena Medeiros – INÉDITA


INÉDITA

Poesia para ti…

“Por vezes várias
te vi
e não te escolhi
quis
esse destino,
brincalhão
e intempestivo,
criar ilusões…
e foi logo à ti,
paixão,
inventar situações?

(Milena Medeiros – inédita – 26/10/2012 – 18:00h)
(sem título—desejo que você coloque o título para que eu possa publicar)”

———–
NOTA DA AUTORA:

Como, a quem pedi o título, até hoje não houvera opinado, resolvi lançar o poema com o mesmo título provisório – “INÉDITA”

Mii 12/11/2012 – 22:10 horas

Publicada no Recanto das Letras

Enviado por Milena Medeiros em 12/11/2012
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Poesia de Negra Noite- COMPLETEI UM CICLO


COMPLETEI UM CICLO

Lá de onde vim,
onde tu não existias,
não tinha esses brilhos
não tinha esses costumes
eu não ouvia os cantos
de pássaros nos telhados
e nem ouvia o ritmo
balançado da chuva fina
na calçada…Quando tu não existia
meus medos eram outros
meus desejos – tão banais!
meus sonhos  – sem a nitidez
da vontade de ser real…E fiz-me sonhadora
de voos altos
céus azuis
e rosas
de vermelhos-paixões
de amores-emoção!

Vi-me num ciclo
onde tu era o centro
de onde partiam
os raios dourados
de meu sol brasileiro
e poeta

Dancei a vida
a alegria
a vontade de compartilhar
momentos bons
Dancei você
e me dancei!

E vi que era bom
e fechei o ciclo.
Agora você está cativo
E te sinto triste
Qual um pássaro em gaiola
preso

E pergunto-me:
Por que te fechei assim?

Se chama-se amor,
carinho, dedicação,
não havia necessidade
de apreensão.

Amor aberto, livre, solto
é alegre, tem profusão
tem colorido
Se entrega à emoção
Não se crê envaidecido
nem ao menos privilegiado
Se contenta em apenas ser… Ser AMOR!

Então te liberto de mim
para que voe em outros jardins…

Se voltares…
… será pela liberdade regozijada!

Negra Noite-12/11/2012  21:52h

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Poesia sensual de Negra Noite -TUA BOCA ASSANHADA


Ah!

Quantas gostosuras há

nessa boca úmida de se beijar!

Que tem fomes
e as mata
matando-me de tanto gozar!

Que arrepias-me a pele
em ondas de eriçar pelos
quando me tocas de leve, a saborear-me!

Senti-la em mim
É ter o paraíso e o inferno juntos
É sofrer de amor com prazer!

Tua boca assanhada
vem toda marcada
de batons vermelhos

E leva ainda mais
o gosto de sal
do meu corpo suado de se amar!
(Negra Noite-03/11/2012-00:55 h)

Enviado por Milena Medeiros em 03/11/2012- Recanto das Letras
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Poesia de Marquês Rocco Sade-CARINHOSO


Carinhoso

Hoje não quero paixões calorosas
estou meio assim.
Uma brisa suave entrando
pela minha janela me basta,
um aconchego, cheiro nos olhos.
Nada de excentricidades
nada! nada! nada!
Quero toques com suavidade
sem sofreguidão.

 

Sem tempestades,
mas uma garoa no telhado.
Sorriso sem explicação,
abraços acolhedores,
beijos sem mordida.
Chegada sem partida.

(Marquês Rocco Sade)

Este poema foi autorizado pelo autor via Email em 11 de outubro de 2012

Veja o poema publicado pelo Marquês Rocco Sade no Recanto das Letras.

Link: CARINHOSO

NOTA: Este colega de poesias está ausente, sem maiores explicações. Não temos nenhuma notícia dele, mas, pelos textos anteriores, vimos que publica em determinada época do ano, então, acreditamos que o veremos novamente só em 2013 em meados de setembro ou outubro.

Até lá, sádico-amor… você foi muito, mas muito amigo mesmo e gostei dos vários momentos em que pudemos compartilhar textos, vídeos, histórias e nosso Dueto que parou na parte 11 em 10/outubro/2012.

Com saudade e também com esperança de vê-lo novamente escrevendo seus belos textos naquele site. Estaremos todos ansiosos para entendê-lo (será que um Sade poder-se-ía ser entendido???) e novamente compartilhar bons momentos contigo.

(a) Negra Noite

 

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Poesia Erótica de Negra Noite- NOITE E DIA DE PRAZERES


NOITE E DIA DE PRAZERES

Aquela noite
em que somamos desejos
onde encontramos
nossos medos
e realizamos nossas fantasias
foi a noite mais gostosa
onde me destes teu… (segue no Recanto das Letras)

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Poesia de amor de Negra Noite -MINHA PEDRA PRECIOSA // Vídeo – Beautiful Girl- RPM- by MrDesejos


MINHA PEDRA PRECIOSA

Quantas vezes

eu te vi na vida?

Quantas vezes você passou nos meus sonhos?

Talvez algumas infinidades

de vezes

perdido em seus pensamentos

e eu

solitariamente

vagando a tua procura

em algum lugar remoto

do universo.

Entre estrelas e luas

eu fui te achar

incrustado como pedra preciosa

escondido dentro de ti mesmo.

Agora, para te ter

precisarei resgatar-te

desse esconderijo

onde por vezes

ama estar…

E eu, desbravadora de almas,

ainda desejo-te

e anseio querer-te mais …

muito mais…

(negra noite-16/10/2012 – 23:55h)

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Poesia de Negra Noite (AMOR TRISTE)


AMOR TRISTE

Esse vazio
que em mim existe
Não deveria
estar aí…
Achei que tu
era aquele
que iria me amar
que seria meu par…
Desiludida
afinal
ponho-me nesse canto

                       – o Encanto acabou!

(Negra Noite-02/10/12)

música a se ouvir: Paul Young – Everytime You go Away- tradução

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Poesia de Milena Medeiros – UM PEDAÇO DE SOLIDÃO


uma flor esmaecida presa à cerca

UM PEDAÇO DE SOLIDÃO

Ficou
dependurada na cerca
da imaginação
um pedaço
de um pobre coração
Despedaçado
como pétalas de flor
soltas aos ventos…
Ficou, ao sol poente
de um dia qualquer
desses que não se marcam
nas agendas do pensamento.
Ali, definhou…
Amarelecido pelas horas
que não passaram
ou passaram em vão…
Somente uma estrela
soberba
ao céu sem lua
chorou…
Foram as suas lágrimas
que esse coração salvou…
De pedaços caídos
ao chão batido
um pequena flor
de colorido esmaecido
como a lembrar saudade
vingou…
Deu frutos de amor
e enfeitiçou a lua
daquela meia noite
sem cor…
É pelas altas horas
de uma madrugada fria
que se notam acima
a lua a brilhar
a estrela a piscar
e um cometa passar…
O AMOR, EMBORA EM PEDAÇOS, TRANSFORMA O CÉU, A TERRA E O MAR EM UM PEQUENO UNIVERSO DESTA GRANDE GALÁXIA!
(Milena Medeiros-29/09/2012)

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Poema de Milena Medeiros- POEMAETEU (Receita de Hoje)


Na receita de hoje

Deixo separados

um amor gostoso
de uma paixão frenética.
Vão todos juntos
carinhos e olhares acintosos
um bocado de tempero
E alguns beijos estalados…
Numa porção
de atitude
mexo a atenção
os gestos não banais
e uma boa dose de riso
do cotidiano de nós dois.
Depois,
para não perder a forma,
Alguns bocados
de toques leves e suaves.
Aprimoro com um gosto
de quero mais
apimentado de desejos inconfessos…
Não deixo esmorecer
sem os cuidados necessários
para que mais tarde
rendam quitutes deliciosos.
É essa a receita
de um grande amor
para durar uma vida inteira!

(Milena Medeiros-28/09/2012)

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Ouvi hoje- HERE IN MY HEART- Scorpions – com tradução // poema de Negra Noite- Você vive em mim


Você vive em mim…

Agora vai ser difícil te tirar

do meu coração…

Mesmo que tu partas

fique ao distante

alguma coisa ainda restará de ti

O carinho

a ternura de breves momentos

à dois

na solidão de nossas vidas

(Negra Noite-24/09/2012-13:13horas)

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Conto de Amor por Milena Medeiros- EU LI TUA MENSAGEM


EU LI TUA MENSAGEM

Era uma tarde, num dia de outono quente…
Estavam as folhas caindo à calçada, quando algumas crianças por ali passavam.
Um vento, em redemoinho, afoito, alevantou folhas e finos gravetos lançando-os um pouco mais adiante. E assim foi sendo feito, de tempos em tempos. Sempre um pouco mais à frente…
O vento, assim fazendo, arrastou, por mais dois quarteirões, folhas, finos gravetos, adamascados papéis, pétalas descoloridas de flores…
Encostada à uma branca cerca, uma página ficou. Amarrotada pelo tempo, amarelecida pelo sol, definhando, atonteada junto à uma flor.
De tempos em tempos ainda, o vento, em vão tentava, a flor daquela página separar. Era balançada de lá para cá. De cá para lá. Mas, entre as dobraduras ficou. Inerte. Em desmaio angelical. Como se esperasse a última gota de esperança.
Olhava o céu, o sol, as nuvens e nada mais via…
Num percalço, uma mão intrometida, abeirou-se da flor e da página a separou.
A página, como que inconformada, rangeu-se entre a cerca, como se chorasse o amor que lhe era retirado.
Notando esse gemido, aquela velha mão, pelos anos também amarrotada, a desencostou da amurada, trouxe-a mais para perto de seus dedos e num golpe certeiro a arrebatou do chão e àquela flor ajuntou.
Um homem em idade avançada, com pequenos óculos de aro arrendondados, em sua dificuldade costumeira, notou algo na página rabiscado.
Como que o destino lhe reservasse o poder de realizar algo, solenemente ajeitou-se, num banco ali próximo sentou-se.
Com suas mãos trêmulas firmou a velha página que o vento de algum lugar arrancou.
Piscou os olhos para melhor ler. Pigarreou como se necessário à leitura fosse e com altivo menear da cabeça iniciou a leitura.
Após alguns minutos, que sob aquele sol morno pareceram eternos, baixou as mãos, levantou-se com certa dificuldade, tirou os óculos e os guardou no bolso dianteiro de seu colete.
Andou pela calçada pintada de folhas amarelecidas, escutando sob seus pés o farfalhar delas.
Alguns quarteirões mais estancou-se em frente a um portão semi-aberto, já um tanto desgastado pela intempérie.
Olhou ao redor, ainda um pouco mais olhou à página e a flor em suas mãos…
Avançou portão adentro, com um golpe com os dedos fechados, àquela porta se fez anunciar.
Eis que de dentro, uma jovem bela e plácida, em sorriso angelical, adiantou-se e lhe falou:
_ o que desejas desta casa, nobre senhor?
A esta pergunta, o velho, já corcunda, enfraquecido, um pouco mais pestanejou, antes de se por a falar…
_ li esta página, que o vento trouxe de algum lugar. E nela, na frase aposta, uma dor me tocou…
Notando o semblante tristonho daquele bom velhinho, a moça convidou-o a entrar.
Já assentado numa poltrona de alto espaldar, um tanto indeciso, a página, à jovem entregou.
Esta, tomando conhecimento do teor nela escrito, um “ohh” soltou.
Entre suas alvas e pequenas mãos as do senhor idoso ajuntou, com olhar lacrimejante, sincero e piedoso acrescentou:
_  Ela já se foi para o Eterno, bom velhinho. Deus a levou na primeira primavera após esta data aqui anotada. Agora sei bem o por quê daquele sorriso jovial, logo que fechou os olhos e adormeceu… Ela o amara tanto e, este amor, para sempre o levou!…
Ambos se olharam… Nada mais podiam fazer…
A frase, se quiserem saber, dou-lhes aqui, em primeira mão:
“Meu amado, sou tua, hoje e sempre. Aguardo-te vir me buscar. Estou te esperando junto ao portão!”

LIÇÃO: O AMOR SEMPRE VALE A PENA!

(Milena Medeiros-24/09/2012- escrita online no site Recanto das Letras)

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Poesia de Milena Medeiros- VEM…


VEM…

NÃO DEMORE-SE
A TUA PRESENÇA
ME FAZ TÃO BEM.VEM…

NA DISTANCIA,
O MEDO INVADE A ALMA
E OS SONHOS SÃO  TERRÍVEIS PESADELOS…

Milena Medeiros-22/09/2012

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Poesia de Negra Noite- AS VEZES SINTO-ME ASSIM…


As vezes sinto-me assim…

A solidão é voraz companheira
quando no silêncio do dia
dou-me ares de sonhar…

Nos sonhos que sonho
muitas vezes
você não está…

É vão esse amor
que te tenho
e quer mais ficar?!!

Se em vão for
Ah dor…
Sai de meu coração – já!

(negra noite-22/09/2012-16:38horas)

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