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O QUINTAL DO VIZINHO- por Negra Noite (pensamentos)


Para o público em geral, informo que muitos de meus textos estão publicados no site: 

 http://www.recantodasletras.com.br/autores/milenamdiego/

São, atualmente, 553 textos publicados  com  um total de leituras: 18833

Hoje já publiquei alguns, online.

Um deles é este:

O QUINTAL DO VIZINHO

“Há muitas cabanas dentro de nós… umas cabem o mar inteiro …  e outras um céu todo estrelado… mas cuidamos apenas de olhar pelas janelas o quintal do vizinho!”

(Negra Noite- 02/02/2014- em comentário ao texto: “UM POUCO DE MIM…” do colega de Recanto: “APENAS UM GENTLEMAN”)

Quintal do vizinho

Olhar pela janela

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Poesia de Negra Noite – MAR RIMA AMAR


MAR RIMA AMAR

Naveguei em ondas de tristezas
várias
elas me deixaram à deriva
me sufocaram
Desejo agora
navegar ondas de amar
saborear
Sentir um abraço gostoso
deixar-se tocar
(Negra Noite- 07/12/2012)
Publicada no Recanto das Letras
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Reblogando a prosa poética de APENAS SENDO sobre a saudade e ausência


“Hoje nem mesmo o frio que os nimbos trouxeram me acolheu. Hoje nem mesmo o tempo pode prever a minha dor. Hoje o álgido vento trouxe sua saudade, só para me lembrar que eu não sou completo sem você. Hoje te guardo na noite, e te encontro nos meus sonhos […]”

(Apenas Sendo – Google+)

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Texto de Negra Noite – Quando o algo mais é o menos


Hoje eu notei
que era-me fácil sentir
a tristeza
a dor
a piedade
e também
os sentimentos
menos amáveis
como raiva
vingança
ciúmes…
É-me fácil amar
quando o objeto do amor
está comigo
não tão adiante de mim
mas ao lado, companheiro,
participante do que eu gosto.
E é igualmente fácil
não gostar
de quem não segue o meu amor.
Pode ser um amor carnal
ou emocional.
Então pensei:
E se eu fosse morrer
morrer assim
dentro de algumas horas ou dias??!!
Eu mudaria esse jeito??!!
Amaria mais facilmente
sem compromissos
usuais de amo se você se dá bem comigo??!!
E aí? como seria isso?
Bem… como não sei a que horas
eu irei falecer
não consigo chegar a uma
única e boa resposta.
E você? Como agiria
diante de sua morte?

(Negra Noite- 07/12/2012)

Publicada também no Recanto das Letras

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Conto de Terror – CIÚMES DO GATO- JJ DE SOUZA


…O amor para mim é tudo na vida, todo o resto é secundário, todo o resto é um grande imaginário, uma mentira, amor, amor de pai, amor de filho, mas sempre amor, as pessoas ficam atrás das profissões, do dinheiro, de valores, de motivos inúteis para viver…” (jj de Souza) – trecho desse conto de terror que mistura amor, paixão, ódio, relacionamento, ternura, etc… espero que leiam e, se puderem, comentem.

Link para o poema no site do autor:  JJ DE SOUZA- CIÚMES DE GATO

blogs: LIVROS E EU

MÉDICO JOSÉ

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Poesia de Milena Medeiros – INÉDITA


INÉDITA

Poesia para ti…

“Por vezes várias
te vi
e não te escolhi
quis
esse destino,
brincalhão
e intempestivo,
criar ilusões…
e foi logo à ti,
paixão,
inventar situações?

(Milena Medeiros – inédita – 26/10/2012 – 18:00h)
(sem título—desejo que você coloque o título para que eu possa publicar)”

———–
NOTA DA AUTORA:

Como, a quem pedi o título, até hoje não houvera opinado, resolvi lançar o poema com o mesmo título provisório – “INÉDITA”

Mii 12/11/2012 – 22:10 horas

Publicada no Recanto das Letras

Enviado por Milena Medeiros em 12/11/2012
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UMA PEQUENA HISTÓRIA DESTE BLOG- Milena Medeiros


Há um tempo fiz esse blog. O primeiro em minha vida. Era um blog muito pesado constituído de diversas plataformas, denominado “LIVESPACE” – um blog inserido no msn (hotmail, messenger, livespace), com um aprendizado muito difícil. Poucos se atreveram a usá-lo. Aqueles que não foram crédulos o bastante para seguir em frente ficaram na arquibancada participando como público, sempre aplaudindo esses blogueiros audazes.

Eu, um certo tempo, estava usando uma das primeiras formas de internet. Uma muito lenta. O livespace como era bastante pesado, demorava horas para se completar e muitas vezes eu desisti.

Quando coloquei uma internet melhor, mais veloz, fui a fundo, atravessando cada etapa de aprendizado desse livespace.

Quando consegui atingir o ponto que eu achava estar bom, o livespace foi vendido para o WordPress.

Alguns amigos blogueiros acabaram desistindo de seus blogs, caso da Carlenebrasil (Lene), essa amiga que sempre está comentando algo que publico aqui, assim como a Maru (Mirian Liliane- da Argentina), e muitos outros…

Eu segui os passos de transferência para o WordPress. E então, por vários meses, ele ficou a deriva. Interessei-me pelo Blogger (produto do Google) e lá montei outros blogs pela facilidade de utilização. Pela simplicidade de estruturar um modelo de blog do nosso jeito.

E então, um belo dia, voltei a olhar o WordPress como um desafio a ser ultrapassado (vencido).

E aqui estou, aprendendo novamente a montar, a aplicar, a estruturar o meu tão querido primeiro blog.

Notaram que no início eu, imatura, ainda tenho os erros e os inconvenientes de uma aprendiz. Eu ainda não consegui consertar de todo.

Este ano, aqui venho mais constantemente. Aprendendo aqui e ali, lendo, relendo os meus posts, editando alguns,  e, assim, eu mesmo me incentivo a vê-lo com os meus primeiros modos de olhar daqueles tempos… Um olhar de ternura, de estar se fitando ao espelho, se reconhecendo… E estou reconhecendo este meu blog que fora tão preterido. Por isso, vocês podem verificar meu constante atendimento à ele.

Notem que não o sei bem ainda, mas já me familiarizei o bastante.

Quem sabe o WordPress traga mais ajuda em nosso bom idioma português para nós brasileiros não tropeçarmos tanto em uns poucos obstáculos para se montar ou manter o blog neste site.

Muito da ajuda deles ainda está em inglês…

Com isso, amigos, seguidores ou aqueles que vem em busca de algo, mostro o princípio, o meio e o fim de todas as minhas publicações aqui. Uma vida, um cotidiano. Nele estão muito de meu caminho no Orkut, onde aprendi a usar solicitando ajuda a terceiros que vieram a se tornarem amigos e seguidores. Tem publicações desses amigos de lá (do orkut) que deixaram suas marcas, suas andanças na internet. Muitos não os tenho mais como companheiros de internet, pois já exclui muitos perfis montados no Orkut e com isso perdi vários desses colegas do mundo virtual. Assim como os que conheci no SONICO, no HI5, no UOL+, no VIDEOLOG e outros tantos por onde naveguei.

À esses deixo meu muito obrigado. Amei cada um da sua forma de ser como eles também me amaram do meu jeito de ser.

Tropeções, tristezas, desavenças, carinhos mútuos, inconformismos, disputas sadias, meiguice, troca de informações, de receitas de vida… tudo de certa maneira foi registrado aqui, neste blog que era conhecido como ALMA DE POETA e eu assinava simplesmente como “MILEN@”.

Procurem se inteirar das publicações iniciais. Nas publicações iniciais  estão histórias de vida, de dia a dia…  Ali pode estar a sua vida, o seu caminho… Ali pode estar uma frase sua dita em algum tempo do passado… Ali pode ter uma imagem que você compartilhou comigo ou com amigos no Orkut, no Youtube, ou em outros sites. Ali pode estar você, simples e humano, sem isso de ser um MUNDO VIRTUAL apenas, passando a ser o nosso MUNDO REAL E HUMANO!

Sejam bem vindos,  sempre!

Milena Medeiros (Milen@) – 10/novembro/2012

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10 de novembro de 2012 · 10:36 PM

Poesia sensual de Negra Noite -TUA BOCA ASSANHADA


Ah!

Quantas gostosuras há

nessa boca úmida de se beijar!

Que tem fomes
e as mata
matando-me de tanto gozar!

Que arrepias-me a pele
em ondas de eriçar pelos
quando me tocas de leve, a saborear-me!

Senti-la em mim
É ter o paraíso e o inferno juntos
É sofrer de amor com prazer!

Tua boca assanhada
vem toda marcada
de batons vermelhos

E leva ainda mais
o gosto de sal
do meu corpo suado de se amar!
(Negra Noite-03/11/2012-00:55 h)

Enviado por Milena Medeiros em 03/11/2012- Recanto das Letras
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Conto de Mistério de Negra Noite – O CRIME DA RUA 100


Imagem

Ela estava a banhar-se. Mansamente, despreocupadamente…

Em detalhes eu via os movimentos que ela fazia ao contornar os labirintos de suas orelhas. O vai e vem de seus dedos longos, e suas unhas pintadas à francesinha,
nos caminhos sinuosos de suas orelhas.

Eram vistos também por um jovem rapaz, sentado logo atrás dela.
Ele não me notara a fitá-lo. Estava em transe… Quiças pensamentos o invadiam naquele instante?!?!

Eu continuei a observá-la enquanto retirava a maquilagem dos olhos grandes, curiosos, atentos e que, neste momento, estavam quietos, mansos, dormentes.

Cada movimento era tranquilo. Como se nada a perturbasse ou que nós que ali a observávamos nem existíamos… Ou era um estratagema dela?

Quais seus reais propósitos?!?

A tarde se encobria de raios dourados pálidos. O cair da noite se via aquém dos morros e telhados. As sombras se alongavam em direção às portas das residências.

Logo anoiteceria…

O horário entre o entardecer e o anoitecer é muito criativo a inúmeras relações de mistérios…

Um desses mistérios relato agora…

Aquela cortina nunca fora aberta antes. Quem conhecia a casa da esquina da rua 100 por certo não saberia dizer quem ali morava.

A casa continha mistérios desde seu portão em formato de coração atravessado por três flechas.

O jardim, sempre em perfeito estado, mereceria o postal da cidade.

Ali brotavam madrigais, calêndulas, majestosos roseirais multicores, gardênias, jasmins, querubins, dálias, damas-da-noite, antúrios, coroas de cristo, margaridas
silvestres…a outras tantas raridades belezas em cor e formato. Tudo bem disposto, a convidar para adentrar…

Nunca soubera-se de jardineiro ou quem cuidasse com tal zelo aquele arredor à casa.

As janelas sempre encobertas por cortinas em voal, transpareciam que alguém ali vivia e dali observava o mundo…

Os habitantes do bairro pareciam desconhecer o (s) morador(es) daquele lugar ou pareciam-lhes indiferentes.

As portas – duas delas – eram voltadas para o horizonte. Tinham madeiras envernizadas e notavam-se arabescos entalhados, denotando cuidado e esmero – uma
preciosidade da arte manual de algum marceneiro detalhista, talvez!

Haviam dois pequenos lagos. Cada um tinha um linda estátua grega por onde vertia a água, evitando-se a estagnação. Viam-se em relance, peixes em nados calmos.
Talvez carpas…

Uma frondosa árvore serpenteava uma das vidraças, como a proteger de olhares mais curiosos o interior, semi velado pela cortina leve, esvoaçante as vezes, do
vitro aberto por vida.

Não se viam empregados, crianças, cães, outros animais que não os próprios libertos naturais que ali trafegavam como em cumplicidade muda.

Também não se sabe se haviam crianças, velhos ou empresários. Não se notavam movimentos de veículos da garagem na lateral esquerda.

A casa existia, simplesmente.

E como tal, as pessoas que ali passavam ora paravam e se deleitavam com suas belezuras, ora intrigadas continuavam o caminho, sempre dando uma última
olhadela… O que pensariam estas últimas?

As crianças que íam à escola e sempre passaram à frente nunca cismaram em penetrá-la, como artes e peraltices da infância. Entre elas existia um pacto de terror.
Alguém dissera-lhes que ali fora cometido um bárbaro crime, em meados de um ano qualquer e existiam fantasmas que perseguiriam pela vida toda qualquer alma
viva que penetrasse em seus recintos. E isso era um pacto feito em silêncio!

Eu, mudara-me há poucas semanas. Sempre meu olhar recaia sobre aquela casa. Minha janela tinha toda a vista voltada a ela. Dali, sem precisar me expor demais
poderia notar tudo o que ocorresse aos arredores e dentro dela.
Via o balcão do terraço lateral, por onde as vezes um gato molenga se dependura uma das patas e adormecia ao sol das manhãs.

Também notaria algum movimento e outras particularidades se ocorressem no momento em que eu estava ali, àquela janela, não bisbilhotando a vida alheia, mas sim,
observando uma residência bela, quieta, que me aturdia os pensamentos.

Vasculhara por histórias reais com os jornaleiros, os frequentadores dos bares e padaria ao redor… e deles nada vinham, a não ser que era um perfeito mistério
qualquer coisa em alusão à seus moradores.

Até para as donas de casa que varriam suas calçadas, costumeiramente, havia perguntando.
Sempre me olhavam como “suspeito de algo” … algumas até “fugiam” para dentro de suas casas deixando-me estancado ali, sem nada entender…

Intrigava-me a ausência de qualquer notícia. De qualquer informe…

Nos dias em que folgava já era-me predestinado a pesquisar sobre tudo o que pudesse ter ocorrido. Ìa à bibliotecas, lia os jornais e manchetes bem antigos…
Também me propusera a ir à Prefeitura para saber do ano de construção. Quem sabe se a partir de então alguma lógica eu poderia seguir. Porque tudo até o
presente momento eram lacunas, lacunas e lacunas. Meias histórias e nada mais de concreto …

Nos dias que se seguiram minhas idéias corriam soltas junto à imaginação.

Sonhara ser um Sherlok quando adolescente… mas esse mistério estava além de minhas faculdades normais de aprendiz de feiticeiro (li muitas obras de
obscurantismo, bruxarias, contos fantasmagóricos, crimes hediondos, o Fã Clube- este me deixou extremamente perturbado- como uns caras “normais” reunidos  dias após dias em uma casa com uma mulher pelo qual cortejavam como fãs poderiam cometer aquela barbaridade usando um cabide??).

Restava-me ainda ir a um distrito policial…

E dias pela frente fiquei pensando em quais perguntas iriam fazer aos policiais. Se devia fazê-las mesmo… Vai que eu fosse taxado como “suspeito” de alguma história de violência daquela moradia???
Aí, de simples observador iria passar a um presidiário ou condenado por algo que não cometi!- E isso dava-me medo, receio, sei lá…Sabe-se de tantas histórias que um inocente paga pelo criminoso…

Comprara até um caderno de espiral, com umas duzentas folhas só para anotar quaisquer coisas vindas ou oriundas de minhas indagações, pensamentos, decisões etc a respeito dela (da casa). Na capa colei uma etiqueta com os seguintes dizeres: “A CASA DA RUA 100 – crime ou castigo?”

Por vezes passara a noite em claro (embora com luz apagada) espiando de minha janela aquela residência.

A lua cheia dava-lhe aspecto grotesco às vezes, e, outras tantas, um jeito romântico. E isso, algumas vezes, fazia-me percorrer outro ponto. Poderia ter havido uma história de romance? Desses bem fortes…Talvez um suicídio a dois, como na história de Romeu e Julieta?.. Talvez um só tivesse morrido ou matado o outro, por amor, somente? Talvez esse que sobreviveu estivesse ali, por detrás de suas cortinas e portas me vendo, me observando!!!…

Um arrepio subiu-me a espinha…Ai… isso me deu medo! Ser observado por alguém um tanto desvairado…

Pensando nisso, fechei a janela, deitei-me, cobri-me bem… lembrando dos temores de criança onde um cobertor era a nossa salvação dos medos de escuro e de
fantasmas ou de trovão, quando cobríamos a cabeça, o corpo, os pés… tudinho… suados até… e adormecíamos assim para acordar num novo dia, com vontade de tomar um bom café… sem recordar do episódio noturno…

Confesso que também suei, mas logo adormeci…

Acordei com o rádio a tocar…

Levantei-me e abri a janela, com um certo receio, direi…

E aquela hora da manhã avistei muitos carros de polícia em frente aquela casa. Pessoas entravam e saíam de lá de dentro. Pisavam sua grama úmida pelo orvalho da madrugada…

Senti uma espécie de tristeza… como se aquele jardim era imaculado para mim. Não se deviam entrar e nunca pisotear suas flores, seus gramados… “Estruparem” seu interior…

Fiquei atônito com toda essa informação… Não conseguia me mexer. Paralisado e de boca aberta assistia a tudo… e nada entendia.

Nada escutei durante o curto tempo em que adormeci… e no entanto algo tinha ocorrido ou … estaria ocorrendo!!!

Vesti-me rapidamente. Lavei meu rosto, escovei os cabelos e dentes. Pus meus óculos, sem antes lavá-los tirando o embaçado de longas horas de vistoria pela janela…

Não quis o desjejum… somente um pedaço de queijo branco coberto com goiabada. O doce e o meio salgado, como sempre gostara…

Peguei minha câmera (esqueci de dizer que de minha janela também havia tirado muitas e muitas fotos da casa nesses tempos todos de observação), o molho de chaves que de costume sempre esquecia onde houvera deixado… dessa vez estavam sob a almofada do pequeno sofá da entre-sala! Calcei meus sapatos de couro  marrom e lembrei-me que havia os calçados sem meias…não gosto muito de usar assim. Retirei-os e busquei as meias que usara ontem… ainda estavam limpas… calcei-as e em seguida botei os sapatos.

Abri a porta…

Por um breve momento estanquei junto a ela…

Pensei comigo mesmo e disse-me (em voz audível):

– “Estou pronto para saber???”





—-
————e você, está pronto para saber? ————–

(Negra Noite-01/11/2012 – 00:20/00:45 horas)

Publicado no Recanto das Letras por Milena Medeiros em 01/11/2012 –Reeditado em 01/11/2012-Código do texto: T3962859
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Poesia de Marquês Rocco Sade-CARINHOSO


Carinhoso

Hoje não quero paixões calorosas
estou meio assim.
Uma brisa suave entrando
pela minha janela me basta,
um aconchego, cheiro nos olhos.
Nada de excentricidades
nada! nada! nada!
Quero toques com suavidade
sem sofreguidão.

 

Sem tempestades,
mas uma garoa no telhado.
Sorriso sem explicação,
abraços acolhedores,
beijos sem mordida.
Chegada sem partida.

(Marquês Rocco Sade)

Este poema foi autorizado pelo autor via Email em 11 de outubro de 2012

Veja o poema publicado pelo Marquês Rocco Sade no Recanto das Letras.

Link: CARINHOSO

NOTA: Este colega de poesias está ausente, sem maiores explicações. Não temos nenhuma notícia dele, mas, pelos textos anteriores, vimos que publica em determinada época do ano, então, acreditamos que o veremos novamente só em 2013 em meados de setembro ou outubro.

Até lá, sádico-amor… você foi muito, mas muito amigo mesmo e gostei dos vários momentos em que pudemos compartilhar textos, vídeos, histórias e nosso Dueto que parou na parte 11 em 10/outubro/2012.

Com saudade e também com esperança de vê-lo novamente escrevendo seus belos textos naquele site. Estaremos todos ansiosos para entendê-lo (será que um Sade poder-se-ía ser entendido???) e novamente compartilhar bons momentos contigo.

(a) Negra Noite

 

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Poesia Erótica de Negra Noite- NOITE E DIA DE PRAZERES


NOITE E DIA DE PRAZERES

Aquela noite
em que somamos desejos
onde encontramos
nossos medos
e realizamos nossas fantasias
foi a noite mais gostosa
onde me destes teu… (segue no Recanto das Letras)

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Poesia de Pedro Leite Júnior- DOR


D O R

Dias vazios sem te sentir receber amor
Aqui não há mais ninguém por perto
O silêncio no meu coração, como vento do deserto
Diz que sou capaz de sentir apenas dor.
 
Na rua passam as pessoas de volta da festa
No céu rondam as nuvens negras de segredo comigo
Elas sabem que eu não tenho nenhum amigo
E vão lavar com lágrimas de chuva essa minha dor.
 
Sondo da cortina escondido através da fresta
Pois aquele que lamenta tem medo de ser flagrado
A noite não passa, ora chove ora eu choro fatigado
Enjoado de na vida só sentir dor…
 
Todos os sonhos que passaram e nenhum ficou…
Tantas pessoas que vieram e seguiram seu rumo
Mais uma noite atrás do computador, eu não durmo
Mas digitar depressa não aplaca minha dor.
 
 
Por que Deus fez da vida sofrimento?
Por que não soprou pra mim um amor de verdade?
Quando chega o domingo eu não esqueço esse momento
Quando vem o sábado eu fico a penar com a mesma dor!
 
Pergunto pra Deus por que é que estou vivendo
Eu estou vivendo? Não sei o que é viver de verdade
Queria estar na rua abraçado com alguém bebendo
E não trancado nessa sala de mãos dadas com a dor.
 
(Pedro Leite Júnior)
 
Link para o post no Recanto das Letras: Pedro Leite Junior- Dor

Pedro Leite Júnior escreve poesia desde os quatorze anos.
É autor do livro”Sonhos Esfumaçados”(Cidadela Editorial).
Seus poemas retratam o sentimento do momento e sua visão do mundo absurdo em que ele vive.
Seu poema “Panegírico da Loucura” foi contemplado com o diploma de Neófito da Ordem no concurso Literário Landa Lopes, de Sorocaba-São Paulo,
ao concorrer com mais de 4 mil poemas.

Foi escolhido para fazer parte do livro “Landa Lopes na essência dos poetas”.
Já foi selecionado também para várias antologias da CBJE do Rio de Janeiro e é um dos nomes na edição de 30 anos da Scortecci, São Paulo/SP.

Vejam mais poesias  em seu blog: sonhos esfumaçados

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Poesia de Jorge Luiz Vargas (E então?)


É meio louco esse tal de amor
E seja como for, se entende muito pouco
O que quer dizer ou não
Quando ele toca o coração
E então… Qual é a explicação?  

.Leia mais  http://www.jorgeluizvargas.com.br/visualizar.php?idt=3933842

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Poesia de Negra Noite (VOU DEIXAR-ME)


VOU DEIXAR-ME

É deveras
grande essa dor
que penetra-me pela soleira
dentro de minha vida…

Ainda que
não a deixo invadir-me
ela sempre é mais forte
ri-se de minha dor…

Senta-se ali
como dona do divâ
me analisa bem
e prega-me seus cravos dourados…
-de solidão!

(negra Noite-02/10/2012)

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Poesia de Emma Lensk (DEIXE-SE AMAR)


Deixe-se amar

Por que estais sozinho esta noite ?
Não hesite por um segundo, nem meio.
Caminhe ao meu encontro
E deixarás a solidão de hoje,
De amanhã e todo o sempre.
Segurarei tuas lindas mãos
Mesmo que calejadas,
Jamais deixarei alguém machucá-la.
O medo não precisa existir
Entre nós, o sentimento não precisa extinguir.
Deixe este caminho escuro.
Deixe esta solitude.
Sinta comigo a chuva
Que lava a dor de sua alma
E entrega a ti esperança e calma.
O amor é o natural dos seres
Não retenha-o,
Pois uma vez contido, petrificado,
Ele jamais se entregará.
E tudo apodrecerá… Você,
Seu coração, o amor e meu ser.
Já sei…
Estais sozinho pois
Esta é uma noite
Como todas as outras.
E você não cede, não se mexe.
Se quiseres, estarei te esperando
Entre, faças o que quiser
Pegue um vinho, me beije, tome um banho.
Mas não digas que não quer,
Não aguentaria ver teus olhos partindo
Em busca de outros braços,
Em busca de uma outra qualquer.’
(Emma Lensk)
Texto publicado no Recanto das Letras

Perfil  no Recanto das Letras: EMMA LENSK

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