Arquivo da tag: saudade

Frase em Imagem (saudade)


A saudade deveria ser um rio [que passa] …mas ela é um lago [que fi(n)ca]

✓ Wania

Deixe um comentário

Arquivado em JEITO FEMININO

SOBRE SAUDADE – imagem com frase


image

Deixe um comentário

5 de julho de 2015 · 11:45 PM

Saudade de ti, panda:'(


image

by Juremamd (YouTube)
Enviado através do WhatsApp

Deixe um comentário

19 de junho de 2015 · 7:35 PM

SAUDADE – Marco Paschoal


image

Via gplus vilma g sampaio

Via gplus (Vilma Gonçalves Sampaio)

Saudade…
  do beijo,
    do cheiro,
      do respirar,
        de partilhar o mesmo ar
          de ocupar o mesmo lugar.”

                          Marco Paschoal
                          (Meus Desejos)

Deixe um comentário

Arquivado em JEITO FEMININO

CARLENEBRASIL E SEU NOVO VÍDEO- Evidências (José Augusto e Roberta Miranda)


É verdade? Tem saudade?….
Ah… tomara que fosse assim… que você pensa muito em mim, ainda…

Sempre me apaixono pelos vídeos desta amiga eterna que conheci virtualmente em 2008 pelo SONICO e até hoje a adoro de coração: Lene Fernandes

Deixe um comentário

31 de agosto de 2013 · 4:02 PM

Reblogando APENAS SENDO – sobre sentir saudade e acreditar


“E quando sentir saudades, vai em frente, pise firme nas terras que te ensinei a caminhar. E jamais recue, pois sabes: estou logo ali no fim.”

Apenas Sendo

Deixe um comentário

Arquivado em JEITO FEMININO

Reblogando a prosa poética de APENAS SENDO sobre a saudade e ausência


“Hoje nem mesmo o frio que os nimbos trouxeram me acolheu. Hoje nem mesmo o tempo pode prever a minha dor. Hoje o álgido vento trouxe sua saudade, só para me lembrar que eu não sou completo sem você. Hoje te guardo na noite, e te encontro nos meus sonhos […]”

(Apenas Sendo – Google+)

Deixe um comentário

Arquivado em POESIA

Marquês Rocco Sade e uma poesia: A UM AUSENTE- Carlos Drummond de Andrade


À UM AUSENTE

marquês rocco sade-01/01/2013 – O retorno


Tenho razão de sentir saudade,
tenho razão de te acusar.
Houve um pacto implícito que rompeste
e sem te despedires foste embora.
Detonaste o pacto.
Detonaste a vida geral, a comum aquiescência
de viver e explorar os rumos de obscuridade
sem prazo sem consulta sem provocação
até o limite das folhas caídas na hora de cair.
 
Antecipaste a hora.
Teu ponteiro enloqueceu, enloquecendo nossas horas.
Que poderias ter feito de mais grave 
do que o ato sem continuação, o ato em si,
o ato que não ousamos nem sabemos ousar
porque depois dele não há nada?
 
Tenho razão para sentir saudade de ti,
de nossa convivência em falas camaradas,
simples apertar de mãos, nem isso, voz
modulando sílabas conhecidas e banais
que eram sempre certeza e segurança.
 
Sim, tenho saudades.
Sim, acuso-te porque fizeste
o não previsto nas leis da amizade e da natureza
nem nos deixaste sequer o direito de indagar
porque o fizeste, porque te foste.
(Carlos Drummond de Andrade)

marques rocco sade- 01/01/2013

Deixe um comentário

Arquivado em JEITO FEMININO, POESIA

Poesia de Milena Medeiros – TALVEZ- dedicado ao amigo “O Criador” (João)


Quantos “talvez”
existem em nosso dia a dia.
Mas nenhum deles
diz de nós,
realmente…
e se o diz…
tapamos olhos e ouvidos…
Às vezes
não os queremos ouvir…
 
(Milena Medeiros – 19/11/2012 -20:47h- Google mais – especialmente para o amigo João)
Dedicado ao amigo João (O Criador) por sentir desde agora a sua ausência, pela sua despedida do Google +, do Youtube e de tudo o mais. Que seja feita a sua vontade… e que essa vontade se reflita em seu estado de espírito, fazendo-te se acalmar, transformando a tempestade que te varre o espírito em amiga que te traz sementes férteis para o porvir…
 
 

Deixe um comentário

Arquivado em JEITO FEMININO, milena medeiros, POESIA

Recomendo ver esse vídeo- CORAZON PARTIO- Alejandro Sanz & Ivete Sangalo- Maracanã (com tradução a parte)


CORAÇÃO PARTIO 

Curativos para este coração partido
Curativos para este coração partido

Como vês, não há dois sem três,
Que a vida vai e vem, que ela não pára
E, o que eu sei,
Mas mesmo mentindo, diga que ainda há algo
Entre nós dois,e que em seu quarto
O sol nunca aparece, não existe o tempo
Nem a dor

Me leva, se quiser, à ruína
A nenhum destino, sem nenhum porquê

Eu já sei, coração que não vê
É o coração que não sente
Ou coração que mente, amor
Mas você sabe que no mais profundo da minha alma
Existe aquela dor por acreditar em você
Que foi feito do encanto e da beleza de viver?

Por que me curou quando estava ferido
Se hoje me deixa de novo com o coração partido?

Quem vai entregar suas emoções?
Quem vai me pedir que nunca a abandone?
Quem vai me cobrir se esta noite fizer frio?
Quem me vai curar o coração partido?
Quem vai encher de primaveras este janeiro,
E vai trazer a lua pra a gente brincar?
Diga, se você for embora, diga meu bem
Quem vai curar meu coração partido?

Curativos para este coração partido
Curativos para este coração partido

Dar somente aquilo que te sobra
nunca foi compartir, sim dar esmola, amor.
Se você não sabe, te digo logo eu.
Que depois da tempestade sempre chega a calma.
Mas, sei que depois de você
Depois de você não há nada

Por que me curou quando estava ferido
Se hoje me deixa de novo com o coração partido?

Quem vai entregar suas emoções?
Quem vai me pedir que nunca a abandone?
Quem vai me cobrir se esta noite fizer frio?
Quem me vai curar o coração partido?
Quem vai encher de primaveras este janeiro,
E vai trazer a lua pra a gente brincar?
Diga, se você for embora, diga meu bem
Quem vai curar meu coração partido?

Quem vai me entregar?

(tradução obtida no site LETRAS.MUS.BR)

Deixe um comentário

Arquivado em JEITO FEMININO, Música, milena medeiros, saudade e lembranças no orkut, vídeo

Poesia de Negra Noite- QUANDO DEIXEI O MEU MEDO ME BANIR PARA FORA DE MIM / música: Sinto falta desse amor-Marcus di Cesaris


Foi assim, devagar…

ele foi se aproximando

como não quisesse nada

e me pegou a fundo.

Penetrou em minha alma

e se fez latifundiário de mim.

Não quis negociação

promoveu desavenças

camuflou desejos

e escravizou-me…

Esse medo que invadiu-me

certa vez

fez das loucuras pequenas

grandes loucuras

Deixou-me cega

Intransigente como só

negou-me o direito

de ir e vir em mim mesma.

Fui covarde até

não neguei-lhe quaisquer

provisões

tudo lhe dava sem soberba

e esse MEDO se apoderou

de minhas propriedades

fez dos meus limites

escassos pontos de cerca aramada

fez de minhas terras verdes

com frutas maduras

e flores magestosas

um terreno árido

sem água que se bebesse

até saciar-se da sede.

Sem frutos maduros

da convivência pacífica no dia a dia

sem o labor sadio de mãos cansadas

mas bem alimentadas do amor

divino das colméias

e flores laranjais…

Eu me bani para fora de mim

ao deixar o MEDO

ingressar-me.

Sem o desejo de lutar

com o esmorecimento

até da dúvida-

ela que muitas vezes é bem vinda

e sadiamente esperada …

Fui covarde de mim

Um vassalo desacreditado

uma alma penada

uma memória sem pensamento…

O MEDO foi um dos maiores

coronéis dessa batalha

que eu não me neguei a intransigir…

Doeu muito ver-me diminuir-me

Ver-me menos que o verme

solto e livre trafegando

o caule da árvore

de meu terreno onde eu era

um hóspede não bem vindo.

Meu olhar se fechou por MEDO

O pior foi ver o meu coração

se acovardar e não mais deixar-se amar

Isso foi o pior que fiz a mim

Não permitir-me nunca mais me amar…

E sem me amar 

eu nunca mais AMEI NINGUÉM…

(Negra Noite-10/novembro/2012- em resposta à um alguém que ainda está doente de amor)

Deixe um comentário

Arquivado em eu sou assim, JEITO FEMININO, Música, POESIA, vídeo, vídeos

Texto por Milena Medeiros -Deixar-se ser amado!


DEIXAR-SE SER AMADO!

Não é fácil amar

pior mesmo é deixar-se amar.

Leva tempo…

essa fruta que madura  ao pé da paixão.

Quantas vezes desperdiçamos seus frutos

por não saber esperar

por se fazer ausentar da colheita

Por deixar as intempéries corroerem seu antro.

É difícil deixar-se ser amado!

Pois depende do outro

depende de ti

depende do presente, do futuro, do aqui e do agora.

Depende de sorrisos caprichados

de telefonemas inesperados 

de mensagens bonitas …

Quão complicado é isso

que nem os poetas o sabem no dom de seu poetar

fazem frases soltas como pipas no ar

e deixam à nós, simples mortais,

a arte de fazê-las soletrar o be-a-bá do amor!

(Milena Medeiros– 02/11/2012 – vivendo um tempo único onde se plantou a semente e aguarda a germinação!)

1 comentário

Arquivado em eu sou assim, JEITO FEMININO, milena medeiros, POESIA, saudade e lembranças no orkut

Complicada essa tal solidão à dois!


Solidão é essa espera que me angustia…

não tem com quem compartilhá-la no momento!Imagem

(Negra Noite – 02/11/2012)

Direitos da imagem: cartão do Márcio C.

Deixe um comentário

Arquivado em JEITO FEMININO, orkut, saudade e lembranças no orkut

Poesia de Milena Medeiros – UM PEDAÇO DE SOLIDÃO


uma flor esmaecida presa à cerca

UM PEDAÇO DE SOLIDÃO

Ficou
dependurada na cerca
da imaginação
um pedaço
de um pobre coração
Despedaçado
como pétalas de flor
soltas aos ventos…
Ficou, ao sol poente
de um dia qualquer
desses que não se marcam
nas agendas do pensamento.
Ali, definhou…
Amarelecido pelas horas
que não passaram
ou passaram em vão…
Somente uma estrela
soberba
ao céu sem lua
chorou…
Foram as suas lágrimas
que esse coração salvou…
De pedaços caídos
ao chão batido
um pequena flor
de colorido esmaecido
como a lembrar saudade
vingou…
Deu frutos de amor
e enfeitiçou a lua
daquela meia noite
sem cor…
É pelas altas horas
de uma madrugada fria
que se notam acima
a lua a brilhar
a estrela a piscar
e um cometa passar…
O AMOR, EMBORA EM PEDAÇOS, TRANSFORMA O CÉU, A TERRA E O MAR EM UM PEQUENO UNIVERSO DESTA GRANDE GALÁXIA!
(Milena Medeiros-29/09/2012)

1 comentário

Arquivado em eu sou assim, JEITO FEMININO, milena medeiros, POESIA

William Kenupp – Cadê você amigo?- Dê notícias!


William Kenupp- canal no Youtube-2011William Kenupp, aonde estás? Porque não nos procura?

Seus amigos, embora virtuais, sempre te amaram pelo que é como pessoa.

Sinto tua falta, amigo, demais.

Olho as tuas fotos, guardadas com carinho, aqui no meu computador, e sempre vem a mesma pergunta: “aonde estás?”

Não demore, nos procure.

Bjusss

mii, com muita saudade de ti

Deixe um comentário

Arquivado em eu sou assim, JEITO FEMININO, milena medeiros