REI CORAÇÃO-divagações sobre texto OSHO- Milena Medeiros

Trecho do texto publicado 12/05/10-Aprenda a linguagem do silêncio (OSHO) 


“…A linguagem é necessária para aproximar pessoas com quem você não tem um relacionamento amoroso. A não-linguagem é necessária para pessoas com quem você tem um relacionamento amoroso.
É preciso tornar-se inocente outra vez como uma criança, e calado. Os gestos sairão — às vezes vocês sorriem e dão-se as mãos, ou às vezes vocês apenas ficam em silêncio, olhando um nos olhos do outro, sem fazer nada, só estando ali, presentes.
As presenças se encontram e se fundem, e algo acontece que só vocês sabem. Só vocês, com quem está acontecendo — ninguém mais vai saber, tal a profundidade em que acontece.
Aproveite esse silêncio; sinta-o, prove-o e saboreie-o. Logo você vai ver que ele tem a sua própria comunicação; que ela é maior, mais elevada, mais secreta e mais profunda. E que a comunicação é sagrada; há uma pureza em torno dela”

link: (OSHO)




kingdon hEARTS
http://www.youtube.com/v/R9QUbFrR8Jw&hl=pt_BR&fs=1&

DIVAGAÇÕES SOBRE O TEXTO OSHO:


Sempre entendi de silêncio. Que ele é belo e produtivo. Que se faz necessário a nossa alma. Não qualquer silêncio, desses de perturbar corações. Mas o silêncio de se fazer escutar o Universo. Ele manda muitos sons a nós, que desacostumados que estamos, não mais os escutamos. Tudo no silêncio tem sentido. É formado de sonoridade invejável, nada há que se crie com tal perfeição.
Nós podemos entendê-lo um pouco no silêncio do amor, quando só o coração nos fala. Há um silêncio de alma para alma. Há compartilhamento de afeições e carisma. Tudo se rompe e transgride as leis do sentido comum. Porque este silêncio é um som distinto, bate igual ao teu coração. Te fala de coisas vindas de há muitos tempos, de muitas vidas. De famílias formadas em outros tempos, de plenitude de vivências.
Nós podemos não crer em outras vidas além dessa pelo fato que não temos o perfeito equilíbrio.
Quando se deixa a posse, a insensatez, o falso amor, a falsa sabedoria e tudo o mais que carrega o consciente será bem mais fácil entender de coisas que se dizem e não há provas.
Nem por não se localizarem provas um crime não foi feito. Somente falta-nos os devidos instrumentos para aplicar a ação. Como agora temos a investigação por DNA que está conduzindo muitos presos inocentes de retorno ao convívio social, o que não era possível alguns anos atrás, hoje é comum. Assim será o dia em que formos confrontados com a reciprocidade de intervalos atemporais, quando “vermos” o nosso progresso ligado a todas as nossas vivências anteriores. Será comum então, o homem entender que é o mosaico de um Universo. E o Universo é dinâmico como também somos. Nossas moléculas ativas se renovam, explodem, canalizam energias várias. Sobrevivemos e sobreviventes que somos estamos ainda afoitos em nos salvar a tempo sem sabermos que estamos “vivos” simplesmente. A nossa consciência não entende que o perigo primário já foi ultrapassado. É um meio de nos posicionar, uma bússola no tempo.
E, assim, quando o silêncio estiver contigo, não se aflija. Há a bússola do tempo a te guiar em qualquer cmainho a frente. É só se acostumar a seguir seu coração. Ele é livre de conceitos e preconceitos que a consciência se prevalece para convívio social. E este convívio transmuta sempre. Por isso que o que foi sagrado antes hoje não o é, o que foi lei antes agora não o é. O que foi permissivo antes agora não o é. É assim.


Coloco o vídeo Kingdom Hearts  para que possam deixar o coração falar ou silenciar. Dependerá de ti somente.


(milena medeiros-15/05/10)


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